
Com estas imagens do Janíssaro da Sublime Porta e da Hungria desmembrada, retorno às lides bloguísticas para explicar de modo

Blogue higiénico de direita, com monarquismo compulsivo. Falsas verdadeiras notícias, boatos e outras endrómidas.


Não creio que a foto se reporte ao futuro aeroporto de Sintra construir segundo o edil da terra, entre o Cacém e Nafarros. A ideia do cavalheiro é, de facto, de tal modo absurda (a tal Portela+2) que se calha ainda é adoptada como boa.
Com Mujimbo afastado definitivamente destas lides com Cirrus navegando nos mares açoreanos com base também aérea na Terceira , resta este latrínico para dizer qualquer coisa sobre tão esgotado tema. Lá vai:
Cirrus mas não de modo tão depressivo. Que regresse depressa e bem às lides é o meu desejo.


Nos tempos que correm, pouco ou nada podemos dizer sobre os autenticos valores que devem orientar esta pobre sociedade humana, sob pena de anátema!
Como justamente chama a atenção o Venerável Cirrus é hoje a última aula do conhecido professor. Cinquenta anos de produção escatológica- administrativa estão documentados na foto anexa que o prof. me enviou com dedicatória no verso que não posso transcrever por razões de segredo de justiça. Posso só confirmar que o "monte" já documentado vai aumentar ainda mais pois o cidadão em causa não vai parar, apesar das homenagens dos seus alunos e pares.Preparemo-nos pois com máscaras depuradoras do ar respirado, pois que o fedor exalado vai aumentar nas proximidades do homem.
O preclaro e muy recto professor, para grande tristeza dos seus discípulos, vai dar a sua última "lectio" na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, prelecção essa subordinada ao tema: 50 Anos de "evolução" do Direito Administrativo Português. A nota informativa indica, com alguma ironia (creio que inadvertidamente) que a entrada é livre e gratuita, apenas limitada pela capacidade volumétrica da sala... Acredito que o Prof., só pela sua insigne pessoa, vai ocupar uma boa área do anfiteatro. Esperemos que o local seja bem drenável, de modo a comportar, confortavelmente, o escoamento das torrentes lacrimosas da compungida audiência na hora da despedida.
Lê-se nos media que uma tal comissão consultiva presidida pelo ex-comuna Itálico Amoreira vai propor a legalização do "casamento" entre homossexuais, para integrar o politicamente correcto que ainda falta para completar a prolifera legislação portuguesa sobre essa relevante matéria de interesse nacional.
Salvaguarda-se pois assim , a contaminação genética que daí poderia advir para os grandes e pequenos símios e chinpanzés que actualmente se encontram em vias de extinção na floresta tropical da África e da Ásia.

Pois é assim... Esta manhã, depois de um despertar bucólico a ouvir as cotovias, resolví ler o meu periódico favorito: Kalinus Conimbricensis (also known as: Diário de Coimbra) onde, a páginas 7, vinha uma notícia que me fez pensar que, afinal, a dita D.D. (democracia directa) não seria má de todo para este pobre
país... Se o Almeida Santos (fundador do partido socialista, antigo presidente da assembleia da republica, presidente do partido socialista, tudo isto dito pelo redactor do DC) receia uma leve pitada de DD, com medo de uma ditadura popular, então eu proponho que façamos todos uma campanha em prol dessa DD, mas à sério. A vida é mais do que manipulações políticas e colóquios sobre, e passo a citar o Kalino, " 'Crimes Políticos do Estado Novo' promovido pelo Núcleo de Estudantes de Direito"...
Ainda hoje sinto vergonha do que vi e senti no dia 17 de Abril de 1969.No dia que era da inauguração do edificio das Matemáticas a ser inaugurado pelo Presidente da Républica na amputada cidade universitária de Coimbra, estava eu no bloco dos velhos Hospitais da Universidade, estagiário que era ao tempo.



Passam hoje 38 anos desde que energúmenos, ditos da Academia de Coimbra, insultaram o último Chefe de Estado legítimo desta pobre Nação.
A cobardia daquela corja de traidores foi patente durante a pseudo "crise académica de 69". Lembro-me, com asco, da actuação dos agitadores que, dos tugúrios onde se congregavam, incitavam os seus crédulos colegas a "lutar contra a opressão"...
É como se fosse ainda hoje que vejo a escumalha agitadora, congregada nas imediações dos Arcos do Jardim (pronta a dispersar cobardemente...), a identificar os estudantes que se dirigiam à Universidade para prestar exames. Essa escumalha, que depois buscava exercer represálias contra os que foram a exame, nunca se identificou claramente, ao contrário do que reza a "nova história" saída à tona neste Portugal post-25 de IV.
Pobre Nação, destruída por elementos vendidos ao comunismo, capazes de apunhalar o país, mas apenas à traição, sem honra.
Fiquei triste, esta manhã, ao ler no órgão da Associação Académica de Coimbra, uma entrevista com um desses "agitadores" do meu tempo, pessoa de fraca idoneidade quer profissional quer moral, que, na sua biografia, alega que, "após a crise de 69 é integrado no Movimento das Forças Armadas". Se bem me recordo, a sua integração foi nas Forças Armadas do Estado Português, com o SAGRADO DEVER, como Oficial Miliciano, de DEFENDER A PÁTRIA. Não foi para a TRAIR...
O TEMPORA, O MORES...
A Noi!
Perseverança!
AD ASTRA!
Cirrus Melancolicus