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A polémica surgida no Diário de Notícias ( dias 8 e 9 de Fevereiro) sobre falsas cartas de autoria anónima mas subscritas por MFM e que criticam essa obra, são uma lufada de humor no habitual cinzentismo das nossa lides literárias sempre tão sérias e entediantes.
Embora considerada falsa a carta publicada no dia 8, tem um teor que quase subscreveria na totalidade se não estivesse formalmente mal redigida o que não acredito tivesse sáido voluntariamente da pena de quem tão bem maneja a escrita. Quanto á publicidade que confere à obra estamos completamente de acordo. Amanhã já tenho fisgada a compra do livro sobre o nosso desconhecido caixeiro da baixa lisboeta...
A hipótese maquiavélica de a "falsa carta" não ser na realidade forjada, seria na realidade digna do mestre Nicolau que naõ olhava a meios para atingir os seus desideratos finais...
Ad Astra.
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